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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

SEMMAGRI / RIO MARIA INICIA PROJETO DE REARBORIZAÇÃO DA AVENIDA RIO MARIA

Ontem, 29 de novembro de 2011, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura iniciou o projeto de rearborização  da Avenida Rio Maria.

Todos os canteiros deverá ter recomposição do meio fio de proteção, recuperação com terra de jardim onde o solo sofreu erosão e/ou desgaste com a invasão de automóveis.
O gramado também será recomposto, proporcionando melhor visibilidade a Avenida Principal de Rio Maria.










A Equipe da SEMMAGRI, sempre bem disposta em todos os projetos que desenvolvem, demonstraram, mais uma vez, a união e o interesse em contribuir com a melhoria do nosso município.










































Para participar do Projeto de Rearborização da Avenida, estão sendo convidados os alunos representantes de turmas das Escolas Municipais. Neste primeiro momento, participaram do plantio, os alunos da Escola Lucia Helena.








Os alunos/alunas, acompanhados pela professora Odenira, conheceram os objetivos do projeto, contribuíram com o trabalho e se divertiram com a equipe da SEMMAGRI durante o plantio.


Na continuidade do projeto, serão convidados alunos das demais escolas municipais.


O objetivo da SEMMAGRI em convidar os alunos, é para  que estes possam compreender a importância da rearborização da Avenida, considerando os fatores ambientais, visuais e o bem estar social. Outro objetivo importante se dá pelo fato de que os alunos, ao participar do plantio, possa despertar o interesse pela recuperação e preservação da Avenida Principal da cidade em que vivem, além de contribuir com a conscientização ambiental.




Será registrado e arquivados pela SEMMAGRI os dados dos alunos que participarem do projeto: nome, série e escola. essa iniciativa é importante para que, futuramente, esses relatórios possam ser utilizados em trabalhos das próprias escolas.









Para a rearborização a Avenida Principal de Rio Maria, a SEMMAGRI esta utilizando o Ipê-amarelo que, além de ser uma espécie nativa da região, produz uma ótima sombra e, quando florida, contribui para uma visão maravilhosa da paisagem.  Mas serão utilizados outros tipos de árvores,  também adequadas à paisagem urbana.

A Revista Globo Rural exibiu uma importante reportagem sobre o Ipê-amarelo, vale apena observar.






Ipê-amarelo

Resistente, durável, exuberante, apreciada pela beleza de suas flores, a árvore é vista como símbolo da primavera

Texto João Mathias
Consultor Paulo Ernani*


Setembro marca a chegada da primavera, quando as flores começam a desabrochar com mais freqüência, colorindo campos e cidades. Simbolizada por diferentes plantas mundo afora, por aqui a estação tem o ipê-amarelo como seu representante, embora o título de árvore nacional seja atribuído ao pau-brasil. Muito utilizado na arborização de fazendas, sítios e espaços urbanos, o ipê tornou-se mais comum para os brasileiros e prenúncio da época de florescimento.
Entre as várias espécies de ipês existentes no país, com flores brancas, rosas e lilases, as de cor amarela não foram eleitas por acaso. Conta-se que a escolha partiu de autoridades militares, que se inspiraram na proximidade da abertura dos primeiros botões da variedade ao dia 7 de setembro, data em que se comemora a Independência do Brasil.
Há cerca de doze tipos de ipês com flor em tons amarelos espalhados pelo país. Apesar de não ser encontrada nos estados do Sul, a Tabebuia serratifolia predomina no restante do território nacional, enquanto a Tabebuia alba ocorre principalmente do Paraná ao Rio Grande do Sul. Mas todas têm nomes populares e regionais, de acordo com onde são cultivadas. Na Bahia e em Goiás, chama-se pau-d'arco-amarelo e taipoca. Em São Paulo é ipê-dourado, e, em Minas Gerais, ipê-do-cerrado ou, como também no Paraná, ipê-branco, por ser esbranquiçado o lado de baixo da folha.
Os gaúchos conhecem a espécie por ipê-mandioca, ipê-ouro, ipê-tabaco, ipê-vacariano ou ipê-da-serra, o mesmo que em Santa Catarina, onde ainda é chamada de ipê-mamono. Já no Nordeste, é identificada por pau-d'arco, craibeira e caraúba, planta que por lei estadual é flor-símbolo de Alagoas.
O reconhecimento do ipê não vem somente pela exuberância de sua beleza ou pela grossura de sua casca (característica que deu origem ao nome - em tupi, ipê significa árvore cascuda). Resistente e durável, a madeira é valorizada para aproveitamento em obras de construção civil e naval. É utilizada como matéria-prima para produção de tacos para assoalho, dormentes, mourões, vigas, eixos de roda de carroçaria, parquê e peças de marcenaria e carpintaria. No entanto, devido à grande procura pelos madereiros, essa condição transformou-se em ameaça à planta.
Um meio de preservar a espécie tem sido o aproveitamento de seu plantio em praças e em outros lugares públicos, além de preencher margens de ruas e estradas. Com boa tolerância à poluição urbana, a árvore proporciona um bonito efeito decorativo às cidades. Ainda é recomendada para reflorestamento e reposição de mata ciliar, desde que o terreno não esteja sujeito a inundações.
De tronco levemente tortuoso, com ramos grossos e irregulares e copa arredondada, o ipê pode atingir até 30 metros de altura. As regiões tropicais são o principal ambiente para o cultivo, mas a planta também conta com bom desenvolvimento em áreas de cerrado e caatinga.



Contamos com a contribuição dos moradores  de Rio Maria para ajudar a preservar nosso espaço urbano, afim de que este possa estar cada vez melhor e mais agradável aos nossos olhos e aos olhos do futuro.

SEMMAGRI DE RIO MARIA
Semeando o Futuro

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